Radar FILDA 2026: Grupo Naval Anuncia Investimento de 330 milhões de Dólares
Plano prevê sete novas unidades industriais, cerca de dois mil empregos e maior capacidade de transformação agroalimentar em Angola

O Grupo Naval apresentou, na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), um plano de investimento avaliado em 330 milhões de dólares, que a empresa descreve como o maior da sua história, destinado à instalação de sete novas unidades industriais de transformação agroalimentar em Angola. Segundo o grupo, o projecto deverá criar cerca de dois mil novos postos de trabalho e estar concluído entre 2026 e a primeira metade de 2027.
De acordo com Hélder Caetano, Director-Geral do Grupo Naval, a presença da empresa na FILDA 2026 tem como principal objectivo dar a conhecer os novos projectos industriais e apresentar ao mercado a estratégia de expansão do grupo.
Segundo a empresa, o investimento contempla a construção de uma unidade de esmagamento de grão de soja, para a produção de óleo bruto e de farelo destinado à alimentação animal, e de uma nova unidade de moagem de trigo, que vem reforçar a capacidade já existente. O plano inclui ainda uma unidade de moagem de milho, uma fábrica de moagem de arroz, uma unidade de produção de bolachas e o reforço da capacidade instalada para o fabrico de massas alimentares.
O responsável adiantou que os projectos se encontram em fase de implementação e deverão ser concluídos entre o decorrer de 2026 e a primeira metade de 2027.
Sobre a recepção do mercado, o Director-Geral afirmou: “O mercado conhece o Grupo Naval, reconhece a seriedade do nosso trabalho e está expectante em relação ao que estes novos investimentos irão trazer.”
Em síntese
O Grupo Naval anunciou na FILDA 2026 um investimento de 330 milhões de dólares, que descreve como o maior da sua história, para a construção de sete novas unidades industriais nas áreas da soja, trigo, milho, arroz, bolachas e massas alimentares. Segundo a empresa, os projectos deverão estar concluídos entre 2026 e a primeira metade de 2027 e permitirão aumentar o quadro de pessoal de cerca de 3.000 para aproximadamente 5.000 colaboradores, reforçando a transformação agroindustrial e a produção nacional em Angola.




