Centro de Ciência de Luanda Leva “Estórias para Conservar” às Famílias Este Domingo
Projecto desenvolvido com a Fundação Kissama realiza nova sessão aberta ao público a 9 de Agosto, com uma história dedicada à fauna e aos ecossistemas angolanos

O Centro de Ciência de Luanda (CCL) promove no próximo domingo, 9 de Agosto, a segunda sessão pública do projecto “Estórias para Conservar”, uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Fundação Kissama e com o apoio da Pumangol. A sessão decorre das 14h00 às 15h00, na Sala Doing do CCL, e é aberta ao público em geral.
Habitualmente dirigido ao meio escolar, o “Estórias para Conservar” abre excepcionalmente ao público nos meses de Julho e Agosto, com sessões todos os domingos. A programação destina-se a famílias, lares de acolhimento, instituições sociais e demais visitantes do Centro.
Nesta edição, a contadora de estórias Graça Catuti dá vida ao livro “Pansu, o Gorila do Maiombe”, numa experiência que combina narração com aprendizagem sobre a fauna, os ecossistemas e o património natural angolano.
O projecto foi lançado em Fevereiro deste ano e nasceu da parceria entre o CCL e a Fundação Kissama, com o propósito de reforçar a educação ambiental junto de escolas e comunidades. Segundo os promotores, a iniciativa procura, através das histórias, promover a cidadania, a responsabilidade ambiental e aproximar o público do conhecimento científico e da natureza.
“Para nós do Centro de Ciência de Luanda, é fundamental criar actividades educativas e lúdicas que contribuam para a valorização e conservação da biodiversidade em Angola. Levar esta conversa para dentro das famílias nas férias é alargar este impacto”, refere a organização.
Em síntese
- O quê: segunda sessão pública do projecto “Estórias para Conservar”, com a contadora de estórias Graça Catuti e o livro “Pansu, o Gorila do Maiombe”.
- Quando: domingo, 9 de Agosto, das 14h00 às 15h00.
- Onde: Sala Doing, Centro de Ciência de Luanda.
- Quem: CCL e Fundação Kissama, com apoio da Pumangol.
- Para quem: famílias, lares de acolhimento, instituições sociais e visitantes em geral.
- Porquê: reforçar a educação ambiental e aproximar o público do conhecimento científico e da conservação da biodiversidade em Angola.




